quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Verdinhas encalhadas? Jamais!

Cá estou eu, depois de uma semana, para contar o desastre que ronda o litoral norte. Muitos já devem estar relacionando com o caso da baleia enchalhada. Sim, esse mesmo. Desde domingo os jornais aqui do sul estão dando enfoque na agonia sofrida pelo animal e também no esforço que ambientalistas fizeram para tirar o animal da situação.


Acontece que, segundo biólogos afirmaram, para que um animal vá para a costa e fique enchalhado é provável que ele já esteja com alguns problemas de saúde. A baleia ficou desde o último domingo na beira de Capão Novo atraindo turistas e curiosos. Depois de muito esforço para rebocá-la, anteontem foi feita a libertação do bicho. Porém, ele voltou a encalhar em um banco de areia ontem. Eu fico imaginando a agonia e ansiedade que ela não deve estar passando. São dias encalhada no mar e esperando que algo seja feito, se não a morte. O que, pessoalmente, eu acho a melhor saída. Acontece que estão sendo feitas análises para saber o que acontece com ela e tudo mais. Eu acho isto um absurdo. Deixar o animal ali sofrendo apenas para coletar resultados, sendo que os biológos sabem sim que ela não sobreviverá mesmo que volte para o mar. Talvez aconteça dela encalhar de novo e morrer de vez. Trágico, mas é a realidade.


Há dois dias, o prefeito de Capão liberou uma autorização para a compra de 500 litros de diesel, os quais seriam necessário para desencalhar a baleia. Eu só não falo bons palavrões de indignação neste blog para respeitar as senhorinhas que leem, senão... Já acho o suficiente ficar 4 dias lá. Caso contrário, a gente poderia amarrar o prefeito em algum banco de areia e deixar ele lá, até que algo possa ser feito, sabe. Quando as licenças cheguem aqui e se chegarem. Isto é ridículo. Eu me comovo muito com o sofrimento de animais ou então da destruição do meio ambiente, mas mais ainda quando vejo a indeferença que pessoas tratam o assunto. É sempre fácil analisar a situação de fora, enquanto só outros esperam por ela.


Também entendo que o Rio Grande do Sul nunca esteve acostumado com situações como essa, até porque nós não temos estruturas para remover um animal a cada 5 minutos encalhado. Mas eu tenho certeza que essa decisão tardia foi tomada pelo mesmo motivo que eu trago aqui no blog: dinheiro. Sempre as verdinhas que compram a compaixão e, sobretudo, os príncipios de cada um. Enfim, estou bem cansada de ver situações assim e espero que seja feita a eutanásia o mais rápido possível para que ela não sofra tanto mais. Agredeço a todos os ambientalistas que foram lá e deixaram seus afazeres de lado para ajudar uma vida e sei que não foi uma ação livre de riscos e suspresas. Todos sabemos.



Foto: Zero Hora

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ninguém me ouviu. Só eu ouvi.

Ah, pois é, eles conquistaram o bi da américa. Fato considerado até velho para nós gremistas. Mas o que me interessa é criticar a falta de consideração com o próximo. Lógico que eu já estava preparada para a barulheira na minha rua - a mais movimentada em dias de decisões -, mas não para tudo o que aconteceu. Para se ter uma ideia, a EPTC bloqueou o acesso à rua antes do início do jogo para que as pessoas pudessem circular tranquilamente. Concordo com eles. Futebol chama álcool, que chama a perda de senso. Ou seja, pessoas no meio da rua bêbadas, felizes e mais corajosas do que nunca para começar uma briga.

Tudo bem, problema número 1 encontrado. Outro: ontem quando eu saía do trabalho às 16h, aqui do Olímpico, me deparei com um trânsito terrível de carros em direção ao jogo e pessoas enlouquecidas com bandeiras e a caráter esportivo. Agora, por que o governo tomou a decisão de liberar todos os órgãos públicos às 16h? É muita desculpa para quem não tem o que fazer. Na Copa do Mundo, que é um evento muito maior e que envolvia a cidade toda, os funcionários eram liberados no máximo uma hora antes do jogo. Ontem, eles liberaram seis horas antes. Sim, seis! Não entendo, juro. Por mais que o acúmulo de pessoas fosse ser demasiado em apenas uma zona da capital não era necessário. Os ônibus estão às disposição para levar várias pessoas ao mesmo tempo e no mesmo local. Bastava organização e bom senso. Aliás, o que mais faltou foi bom senso.

Na volta da aula o movimento era quase nulo (a não ser na minha rua). Ouvi muitos berros durante o jogo e quando o Chivas ainda estava ganhando resolvi dormir tranquila e feliz. Tive um dia cansativo ontem, precisava descansar. Quem disse que eu conseguiria? Impossível. Logo após o primeiro gol do Internacional, as ruas ficaram lotadas de berros, buzinas, vuvuzelas e tudo o que for relacionado a barulho. Para piorar, liberaram o trânsito de veículos na rua. Tudo dez vezes pior. Carros com som de tudo que é estilo e em todos os volumes possíveis. A pergunta que eu mais me fazia era: eles não trabalham? Só eu vou levantar de manhã em plena quinta-feira? Tá, é um baita título, mas não precisa de todo esse escândalo, convenhamos. E claro, recebi ligações dos colorados "avisando" que tinham sido campeões. Como se eu não soubesse.

No fim, fiquei até às 3 horas da manhã acordada ao som de Gaiola das Popozudas e o Bonde do Tigrão, enquanto todos festeavam a conquista. Liguei para a EPTC (sim, fui obrigada) e a resposta foi ótima: "Já temos duas viaturas posicionadas pela tua região; foram registrados dois atropelamentos". O azulzinho me respondeu o "duas" enfatizando, como se fosse um bom número para o absurdo de gente que tinha por ali. Enfim, só foram desligar o som depois de vomitar toda a cerveja mesmo. Hoje pela manhã, vi sujeira e locais sujos de xixi, vômitos e todos seus similares. É nojento, mas eu preciso dizer isso. Tem banheiros nos bares, não usem a rua que todos andaremos depois para isso. Tento entender toda essa euforia pelo fato de que nós, gremistas, já conhecemos esse gostinho há tempo. Falar "eu sou bi da américa" nem soa como deveria para a gente. Agora, para eles, isso é novidade. Vamos deixar os novatos comemorarem essa façanha que só poucos a tem faz tempo...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Silêncio colorado, por favor

O que falar dessa semana a não ser futebol e correria? Admito que o blog tem assumido uma cara mais de diário online do que de reportagens - como deveria realmente ser. Ultimamente não tive muito tempo para pesquisar assuntos novos e criar a minha própria opinião em cima deles para postar aqui. Prometo que na próxima semana teremos alguma matéria mais aprofundada e não falarei da minha rotina cansativa.


Enquanto isso não muda... levantar da cama está cada vez mais difícil. Achei que por começar o trabalho só às 10h dormiria o suficiente e não ficaria cansada. Não. Eu saio de casa de manhã e volto só no fim da noite. Corro o dia inteiro - Grêmio, PUC, casa. Todo dia, mas está valendo a pena. Ontem e hoje apelei para o guaraná cerebral em pó para ficar mais acordada na parte da manhã no trabalho - a mais difícil do dia. Apesar de estar só há uma semaana e pouquinho já me sinto bem a vontade e atarefada. Estou fazendo parte das transmissões dos jogos e de um programa na Rádio Grêmio. Quem quiser acompanhar é só acessar www.livestream.com/gremioradio ou www.livestream.com/gremiotv todos os dias às 15h.


Ainda não fiz parte da TV e como as coisas estão em mudança por aqui ainda não sei quando participarei. Enquanto isso, sigo lendo os comentários e perguntas através do MSN: gremioradio@hotmail.com . Aliás, farei o pedido: quem for colorado não perca seu tempo adicionando para falar besteira. Acreditem ou não, algumas pessoas se prestam a criar e-mails com a palavra grêmio ou gremista só para adicionar, ser aceito e atrapalhar o andamento do programa. Enfim, isso é chato.

Hoje é dia de decisão no futebol. Sempre faço a escuta da gaúcha ao meio dia - Esportes ao Meio Dia - e hoje só escuto sobre Chivas e Inter. Pelo amor de deus, eu quero muito dormir hoje. Eu moro em um dos lugares mais frequentados por torcedores em dia de decisão. Caso o Inter ganhe - espero que não -, com certeza terão carros, buzinas, berros e festejos a noite toda. Madrugada a dentro. Foi assim nas útlimas conquistas. Agora, se for pra ouvir tanto barulho que seja do Grêmio, não do Inter. Aqui pelo Olímpico será bem calmo, assim como está agora. Tomara que Porto Alegre siga nesse ritmo.




sexta-feira, 13 de agosto de 2010

www.sextafeira13.com.br

Sexta-feira 13. Não passem embaixo de escadas, não olhem para os gatos pretos, comecem o dia com o pé direito e saiam para pedir balinhas. Hoje é um típico dia das bruxas aqui em Porto Alegre. Tempo nublado, muito vento fazendo barulho em tudo que balança, frio e chuva. Típico para fazer uma festa com balões pretos e roxos.

Hoje eu já tive a infeliz ideia de abrir um link que dizia assim: Presente pra sexta-feira 13 http://migre.me/14uKA . Santa ingenuidade.

Tudo tão silencioso aqui no trabalho e eu abro isso. É muito azar mesmo, ou burrice, ou sexta-feira 13. Como dica, eu conheço um jogo bem legal para quem quer se assustar: http://www.hotel626.com/ . O jogo funciona da seguinte forma: ele só pode ser jogado a partir das 18h, propositalmente. Caso contrário, seria muito fácil jogar durante a luz do dia e com barulho. A ideia é que já esteja escurecendo. E não adianta, o site só funciona assim mesmo. O jogo tem várias fases e é preciso descobrir o segredo de cada uma delas. Digamos que os monstrinhos não são muito amigáveis. Como o próprio nome diz, ele acontece dentro de um hotel e a moral é sair de lá. Eu não consegui essa façanha até hoje. Tem que ser bem persistente para conseguir descobrir as manhas. Quem quiser, é só pesquisar no google que ele diz tudo - acho sem graça, mas se quiser... O mais legal ainda é jogar no escuro e com o volume alto (confesso que não tenho coragem de fazer isso).

Caso não queiram jogar, é só alugar algum filme de suspense ou terror para animar. Ainda bem que eu tenho a desculpa de estar na aula e ter que dormir cedo. Por último, quem quiser se assustar mesmo é só jogar algum jogo, como do copo, da moeda ou algo dotipo. Eu não indico, já tive experiêncas bem chatas e vou contar pela primeira vez abertamente para que não cometam o mesmo erro.

Estava eu há uns três ou quatro verões em Capão, nas férias, com a minha amiga Marcela. A gente sempre brincava com o jogo da moedas, o qual é formado por perguntas a um certo espírito e elas são respondidas de acordo com a posição das moedas no tabuleiro (ele é formado pelo alfabeto, números e algumas palavras como sim, não, talvez, nunca, etc.). O problema disso tudo é que nós jogamos às 3h no quarto dela. Ok, problemas mentais. Em uma certa hora, nós fizemos o ritual que tinha algumas perguntas, uma delas era perguntar se o espírito era do bem ou do mal. Não sei porque, mas nós estávamos confiantes e não ligamos quando a resposta foi "mau". Seguimos jogando e quando vimos (ou melhor, não vimos), a luz apagou totalmente e começou a piscar. Nós saímos do quarto e a luz logo voltou. Ficamos aterrorizadas e prometemos que nunca mais jogaríamos com o que a gente não conhecesse. O tabuleiro que foi feito a fogo (nós mandamos fazer, não sei porque também), foi jogado ao mar para evitar problemas. Dormi mal por vários dias e não indico isso a ninguém - isso é sério. Agora, chega de falar disso, estou ficando com medo.Feliz (?) sexta-feira 13.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Tsunami de informações

Será que tudo o que fizemos vai por água abaixo em dezembro de 2012? Ou será que tudo irá pelo que fizemos? Acho que a segunda questão é mais aceitável. Anos de emissões de gases na estufa prejudicando animais, a camada de ozônio e destruindo o nosso mundo. Muitos pensam que essa história de 2012 é pura maluquice, mas confesso que começo a acreditar um pouco nela. Todas essas catástrofes que estão ocorrendo precisam de uma explicação. Seria coincidência demais tudo acontecer em um determinado momento por apenas um acaso.


Até ano passado a NASA desmentia todas as possibilidades do fim do mundo em 2012, mas este ano voltaram com uma notícia reformulando. Agora, eles afirmam que ocorrerá uma chuva de meteoros, mas muito forte. Em 1958 aconteceu a primeira, a qual não foi prevista. Desta vez tudo está sendo estudado e, de acordo com as pesquisas, será bem mais relevante do que anterior.


Uma das coisas que eu já notei é que as mídias evitam ao máximo falar sobre isso para não causar pânico, independente de acreditarem ou não. Logo após o lançamento do filme 2012 muitos falaram, mas brincaram mais do que discutiram. Caso isso realmente aconteça eu ficaria bem triste em não ter aproveitado os meus últimos minutos sabendo do "fim do mundo". Com certeza eu pegaria todo o meu dinheiro e viajaria até o último segundo. Quem sabe morrer em algum país desconhecido? Seria bem legal. Claro que eu falaria com todas as pessoas sobre o que eu sinto (as que gosto ou não) para partir livremente. O problema seria se todos ficassem sabendo ao mesmo tempo. Um caos. Todos correndo pelados, andando de patins nos supermercados, dormindo nos shopping para saquear as roupas e mantimentos, descendo de skate pelo prédio administrativo de Porto Alegre - tá, isso não.

Quando paro para pensar, vejo que ainda tenho muitas coisas a fazer. Tirando a parte egocêntrica, gostaria de ajudar todas as pessoas que moram nas ruas sem comida, roupa nem nada. Os animais que são abusados e tratados como lixo. E se desse, reverter essa situação caótica do meio ambiente para ver se há tempo de voltar atrás. Provável que não. Aqueles que fazem alguma coisa são poucos. A maioria pensa "Não adianta só eu fazer" e acabam sendo mais um que não age a favor de vida.

Outra questão que me assusta e me faz acreditar em 2012 são as temperaturas cada vez mais extremas. Verões insuportáveis e invernos congelantes que matam cada vez um número maior de pessoas. Derretimentos de gelo, furacões destruidores, vulcões entrando em erupção, terremotos em locais nunca imaginados, ondas gigantes... Tudo isso que não era esperado antes. Tomara que as coisas mudem junto das previsões e ações.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Uma maravilha

Prazer em contar, prazer em compartilhar, prazer em dividir, prazer em dissertar, prazer em escrever. Nunca pensei que sentiria isso, mas é viciante. Quanto mais se escreve, mais se quer escrever de formas diferentes, assuntos diversos, criando e marcando a qualidade pessoal. Façam um blog, escrevam seu dia, contem as desgraças e alegrias e vejam que isso se torna uma parte do dia.

Escrever é vida. Em uma frase é possível contar tudo, aquilo que se fôssemos falar levariam longos minutos. Por isso estou escrevendo isso. Se fosse falar seria difente. Uma fala envergonhada, confusa, encabulada. Mas faço das palavras escritas um meio simples e familiar de contar tudo o que vejo e gostaria de ver.

Não sei se gostam do que escrevo, mas eu gosto de pensar na ordem das palavras e escolher as letras mais específicas para explicitar tudo o que penso. Uma crônica, um texto, uma redação, um artigo, uma tese, uma poesia, um poema, uma reportagem, uma matéria, uma frase, duas frases, uma maravilha. Há aqueles que odeiam essa maravilha, mas eles ainda não a acharam. Se eu fosse escrever sobre física, ou então, sobre economia ou política, eu também não gostaria da maravilha. Cada um tem que achar a sua. Maravilhar é um dom também. Aqueles que não o tem procuram nos outros para tentar se encontrar. Isso está ficando meio confuso. Mas é porque eu estou maravilhando demais hoje.

Nasci com o dom de maravilhar sem parar, sobre o que for e sempre achar que há mais o que se fazer. Não pensem que isso é uma vantagem. Nos últimos cinco minutos das provas, estou lá, maravilhando muito e achando que tem muito mais ainda. Meu braço cansa mas a mente não. Fácil seria se pudéssemos maravilhar sem cansaço. Pensar e uma caneta escrever tudo sem esforço nenhum, com a letra mais legível e de forma rápida. Ou fácil demais daí? Não sei, vou deixar essa maravilha infinita para outro dia. Que maravilha...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Vista sortuda

Que tal assistir o jogo do seu time com uma das visões mais invejadas e privilegiadas do estádio? Sim, tive essa sorte ontem, quando comecei o meu novo estágio aqui no Grêmio. Lá de cima, junto das emissoras e da Grêmio TV e rádio. Por enquanto estou só analisando e aprendendo o que será feito, mas daqui para frente será muito trabalho a ser feito e muito o que aprender.

Digamos que largarei as minhas redes sociais um pouco de mão e atualizarei quando tiver tempo o VitoriaeJornalismo, até porque semana passada já vi como terei muita coisas a fazer. Esse semestre será muita prática - nas aulas e no estágio. Perfeito para quem quer adquirir experiência. O único defeito de tudo isso é que eu vou ter que abrir mão de muita festa e diversão, principalmente, nos finais de semana. Saio cedo de casa e volto tarde. Quando chego, a primeira coisa que quero é um copo de leite quente e uma cama pra dormir o máximo de horas para estar bem no dia seguinte.

Hoje é o meu segundo dia de trabalho (acreditem, comecei em pleno domingo de Dia dos Pais) e estou vendo que nem aqui terei tempo de me distrair na internet. Só estou aproveitando o tempo que me resta até a minha próxima tarefa que é a rádio escuta. Comecei pela clipagem pela manhã. Enfim, correria em busca de informação, imagens, crítica, jogo, mudanças... Aliás, belo dia para eu começar, não? Bem no dia da saída do técnico Silas e de Meira. Espero que essas mudanças tragam ao Grêmio as vitórias que estão faltando. Pelo menos na assessoria uma Vitória já chegou. Faltam as de dentro do campo.

Mudando um pouco de assunto, achei uma companheira ótima aqui no estágio: a Madona. Uma cadelinha linda e simpática que adora atenção. Já me acertei com ela. Ainda tenho muitas atividades a conhecer, desde rádio, televisão, até matérias dentro do Olímpico. Enfim, vou trabalhar que eu ganho mais. Logo que der, eu volto aqui para contar um pouco das novidades do serviço e das aulas.

Quem quiser acompanhar mais o que acontece com o time Campeão do Mundo, é só entrar no site: www.gremio.net, acompanhar o blog e conferir as novidades no blog do meu chefe que entende bastante do assunto: www.haroldomsantos.blogspot.com.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Todo dia tricolor

Que coisa bem boa quando as coisas dão certo. Parece que é preciso sofrer um pouco pra saber dar valor depois quando se tem o desejado. Só que quando tudo está bem a gente não quer que mude e é como eu estou agora. Essa primeira semana de aula eu achava que seria a mesmice chata de início de semestre, mas me enganei. Acho que tive uma das melhores notícias do meu ano: fui chamada pra trabalhar no clube de futebol que eu vou desde criança com o meu pai e, agora, estarei lá dentro trabalhando para melhorá-lo.


Muitas pessoas que me conhecem nem devem saber para qual time eu torço, até porque nunca fui de discutir sobre jogos ou então mostrar a camiseta do clube. Claro que não fiz isso por imparcialidade, isso não existe. Se até o Lasier declarou o time que torce, por que eu não falaria? Enfim, hoje mesmo irei ao Olímpico começar toda aquela papelada de estágio, até virar uma bolinha de ping pong entre a PUCRS e o Grêmio para fechar o contrato. Deixarei a Fepam, local aonde eu trabalho atualmente, mas com a certeza de que para uma melhora.

Fora esta ótima notícia, uma outra: até agora meus professores são bons no que fazem. Já tive três aulas: Foto II, Espanhol III e Redação Jornalística. Difícil dizer quem foi que deu a melhor aula. Todos eles (sim, todos homens) puxando desde o início, revisando e por incrível que pareça, eles pularam a parte de frescuras. Aquela que eu disse odiar e tudo mais, lembram? Pois então, as aulas foram até o último segundo e mostraram que não vai ser fácil. O que eu mais gosto na Famecos (creio que seja na PUC em geral) é que os professores tentam entender o aluno e fazer o melhor para ele aprender. Então é só seguir indo nas aulas, prestar atenção, entregar tudo no prazo que o sucesso é garantido. Eles quase fazem propaganda disso.

É tudo tão bom que eu chego em casa depois de um dia longo e não tenho sono. Fico eufórica pensando no que tem que ser feito, o que foi feito e sobre o meu dia. Espero que as notícias agradáveis continuem surgindo e que os olhos grandes permaneçam afastados. Quando vê, eu já estou realizando o meu sonho de ser correspondente internacional. Enquanto isso eu continuo me esforçando e estudando por aqui mesmo. O Grêmio é a minha segunda casa agora.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

2010/2 carregando...

Foram-se as férias. Tudo de novo, desde o começo. Professores aparesentando suas matérias e distribuindo o cronograma do semestre. Colegas de outras universidades, do interior, gente nova, tranquilidade na primeira semana. Sempre o mesmo início tranquilo. Depois de um mês de "férias", volto a organizar os trabalhos do semestre passado e pego caderno novinho a ser preenchido e estudado.

Apesar da mesmice e da rotina, sei que as aulas serão diferentes e mais coisa se acumulará no meu currículo - só gostaria que pulassem esssa parte de frescuras e fossem direto ao que interessa. Agora estamos rumo ao final de ano, calor, ônibus lotado, muitos trabalhos, provas, prática e depois a recompensa de um semestre bem feito. Pelo menos foi assim o meu semestre passado - tirando a parte do calor.

Neste semestre eu terei muito tempo pra respira, todo o tempo. 24 horas por dia. Só isso também. Vou respirar e estudar, estagiar e, quando sobrar um tempo, lembrar que eu tenho que respirar um pouco de oxigênio pra aguentar o resto dia em pé. Acho que de tempos em tempos eu talvez tenha um espaço pra comer, dormir. Agora, sair, jamais. No máximo sair até a PUCRS ou até a minha sala. Sim, estou exagerando, mas não deixa de ser verdade. Trinta créditos, mais estágio e inglês com certeza não vai ser fácil. Me praparei desde o dia 22 (dia da matrícula) que isso aconteceria. Chegou a hora. Segunda-feira, dia 02 de agosto, dia do início do sacrifício.

Se eu fizesse só as matérias exigidas pela faculdade não seria tanta coisa, mas como optei por continuar o espanhol e acrescentar o francês no sábado (sim, no sábado, viu como eu quero aprender?) vou ter bastante tempo de aula e estudo. Acho importante eu ralar hoje que ainda tenho tempo pra isso do que esperar um trabalho fixo e ter tempo só para ele. Conforme meus planos, em uns quatro anos serei poliglota. Enquanto isso me contento com o português e inglês.

Voltando ao assunto inicial, aproveitei o espaço de hoje pra criar coragem e ver se consigo continuar com a mesma vontade que eu estou hoje até dezembro. Estudando e me dedicando tudo o que der para que daqui algum tempo eu pense que valeu a pena o dinheiro e o tempo investido. Para que, de alguma forma, eu possa recuperá-lo e investir em mais algum projeto futuro. Viagens seria uma boa opção, mas daí já é assunto pra algum outro post. Rumo às aulas: 1, 2, 3 e já!