Prazer em contar, prazer em compartilhar, prazer em dividir, prazer em dissertar, prazer em escrever. Nunca pensei que sentiria isso, mas é viciante. Quanto mais se escreve, mais se quer escrever de formas diferentes, assuntos diversos, criando e marcando a qualidade pessoal. Façam um blog, escrevam seu dia, contem as desgraças e alegrias e vejam que isso se torna uma parte do dia.
Escrever é vida. Em uma frase é possível contar tudo, aquilo que se fôssemos falar levariam longos minutos. Por isso estou escrevendo isso. Se fosse falar seria difente. Uma fala envergonhada, confusa, encabulada. Mas faço das palavras escritas um meio simples e familiar de contar tudo o que vejo e gostaria de ver.
Não sei se gostam do que escrevo, mas eu gosto de pensar na ordem das palavras e escolher as letras mais específicas para explicitar tudo o que penso. Uma crônica, um texto, uma redação, um artigo, uma tese, uma poesia, um poema, uma reportagem, uma matéria, uma frase, duas frases, uma maravilha. Há aqueles que odeiam essa maravilha, mas eles ainda não a acharam. Se eu fosse escrever sobre física, ou então, sobre economia ou política, eu também não gostaria da maravilha. Cada um tem que achar a sua. Maravilhar é um dom também. Aqueles que não o tem procuram nos outros para tentar se encontrar. Isso está ficando meio confuso. Mas é porque eu estou maravilhando demais hoje.
Nasci com o dom de maravilhar sem parar, sobre o que for e sempre achar que há mais o que se fazer. Não pensem que isso é uma vantagem. Nos últimos cinco minutos das provas, estou lá, maravilhando muito e achando que tem muito mais ainda. Meu braço cansa mas a mente não. Fácil seria se pudéssemos maravilhar sem cansaço. Pensar e uma caneta escrever tudo sem esforço nenhum, com a letra mais legível e de forma rápida. Ou fácil demais daí? Não sei, vou deixar essa maravilha infinita para outro dia. Que maravilha...


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