Que coisa bem boa quando as coisas dão certo. Parece que é preciso sofrer um pouco pra saber dar valor depois quando se tem o desejado. Só que quando tudo está bem a gente não quer que mude e é como eu estou agora. Essa primeira semana de aula eu achava que seria a mesmice chata de início de semestre, mas me enganei. Acho que tive uma das melhores notícias do meu ano: fui chamada pra trabalhar no clube de futebol que eu vou desde criança com o meu pai e, agora, estarei lá dentro trabalhando para melhorá-lo.
Muitas pessoas que me conhecem nem devem saber para qual time eu torço, até porque nunca fui de discutir sobre jogos ou então mostrar a camiseta do clube. Claro que não fiz isso por imparcialidade, isso não existe. Se até o Lasier declarou o time que torce, por que eu não falaria? Enfim, hoje mesmo irei ao Olímpico começar toda aquela papelada de estágio, até virar uma bolinha de ping pong entre a PUCRS e o Grêmio para fechar o contrato. Deixarei a Fepam, local aonde eu trabalho atualmente, mas com a certeza de que para uma melhora.
Fora esta ótima notícia, uma outra: até agora meus professores são bons no que fazem. Já tive três aulas: Foto II, Espanhol III e Redação Jornalística. Difícil dizer quem foi que deu a melhor aula. Todos eles (sim, todos homens) puxando desde o início, revisando e por incrível que pareça, eles pularam a parte de frescuras. Aquela que eu disse odiar e tudo mais, lembram? Pois então, as aulas foram até o último segundo e mostraram que não vai ser fácil. O que eu mais gosto na Famecos (creio que seja na PUC em geral) é que os professores tentam entender o aluno e fazer o melhor para ele aprender. Então é só seguir indo nas aulas, prestar atenção, entregar tudo no prazo que o sucesso é garantido. Eles quase fazem propaganda disso.
É tudo tão bom que eu chego em casa depois de um dia longo e não tenho sono. Fico eufórica pensando no que tem que ser feito, o que foi feito e sobre o meu dia. Espero que as notícias agradáveis continuem surgindo e que os olhos grandes permaneçam afastados. Quando vê, eu já estou realizando o meu sonho de ser correspondente internacional. Enquanto isso eu continuo me esforçando e estudando por aqui mesmo. O Grêmio é a minha segunda casa agora.



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