segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Quanto tempo... voltei!

Aconteceu o que eu previa: não tive mais tempo para postar aqui no VitoriaeJornalismo. Mas calma, hoje eu tenho muita coisa pra falar, nem sei por onde começar. Primeiro, tenho que falar que não fiquei milionária. Joguei na Mega Sena feliz da vida, esperando conseguir uma quina (não sei se não é pior do que errar todos os números), mas não. Errei todos. Não acertei nem umzinho pra ficar feliz. Eu não entendo como pode ser tão difícil. Aliás, nunca fui bem em análise combinatória pra saber as probabilidades. É essa parte da matemática que vê isso, né? Viu, nem isso eu sei. Enfim, as chances são mínimas. Mesmo sendo "só" 60 números, é praticamente impossível "meganezear". Eu, bem leiga no assunto, fui jogar o mais simples: seis números, dois reais e era isso. Enquanto eu jogava e escondia os meus preciosos seis números que resultaram em nada, alguns profissionais da Mega gastavam 150 reais em apostas. Aliás, profissionais não né. Se fossem, eles já tinham ganho. Acho que devo chamá-los de viciados mesmo. Não entendo como conseguem gastar 150 reais. É como por dinheiro lixo.

Depois de esperar ansiosamente pelo resultado e ver que errei todos, cheguei à conclusão: vou estudar, atualizar meu blog, conseguir leitores, estudar de novo, trabalhar e ver se algum dia eu chego com um cento e quarenta e seis avos desse prêmio. To inspirada com a matemática hoje. Mas como vocês viram, eu sou tão ruim com números, mas tão ruim, que nem na Mega eu consigo alguma coisa. Não tem jeito. Pelo menos eu estou na profissão certa. Fico me imaginando em alguma engenharia ou administração e logo me vem uma imagem na cabeça: eu com uma vassoura e logo depois a minha conta com um milhão trezentos e cinquenta mil avos do prêmio. Ficou difícil agora, número muito grande pra mim.

Bom, como eu tinha dito, tenho muita coisa pra contar. Pra começar, hoje deveria ser feriado, mas não sinto esse gosto. Tenho trabalho e a difícil tarefa de ter acordado antes das dez. Eu não lembro a última vez que tive essa sorte. Estou que é uma idosa. Durmo lá pelas dezs ou onze horas, acordo lá pelas oito. Sempre assim. Quando chega o final de semana e penso: "Ah, vou dormir muito". Não vou não. Ou tenho o francês ou trabalho, ou viagem, ou aula, ou qualquer coisa que me não me deixa em paz. Vou admitir que está mais fácil do que eu imaginava. Os 30 créditos ainda não me derrubaram. Outra novidade: meu siso está nascendo. Inútil, não? Mas eu passei a acreditar no ditado. Virei uma pessoa responsável depois dele. Trabalho, estudo, menos festa. É impressionante mesmo...

Quase toda semana eu tenho trabalho de fotojornalismo. Vou postar um dia desses algumas delas pra vocês verem o quanto eu preciso melhorar. Estou no caminho, juro. É bem difícil, para os amadores que nem eu, controlar velocidade, luz, diafragma e um turbilhão de técnicas. Sei que com os bons professores da PUC eu vou tomar algum rumo. Falando na Famecos, está chegando o SET Universitário. Quem não sabe, é uma semana de eventos focados na comunicação social. Palestras, brincadeiras, festa e até um show da banda dos professores. Eu adoro essa semana. Ano passado ótimos profissionais deram palaestras. O melhor ainda é que essa semana conta pras nossas horas complementares. Quem se interessar é só entrar no portal do Eu Sou Famecos e se informar - está aí uma das vatagens de pagar tão caro pela faculdade e é por isso que eu ainda prefiro a PUCRS.

E pra terminar, não podia faltar a minha sessão indignamentos aqui no blog. Como prefiro manter sigilo em alguns comentários, aconteceram algumas reclamações, as quais naõ vou falar, só reclamar mesmo. Eu acho muito fácil apenas assitir a algum programa, ler algum jornal ou seja o que for dentro da comunicação. Caso muitos ainda não saibam, para ser um bom profissional não basta apenas vocação ou um diploma - no caso do jornalismo nem isso -, mas muito mais do que isso, é preciso estudo e experiência. Eu gostaria ir um dia no centro ou em qualquer lugar com movimento e chamar pessoas para que elas escrevessem um texto dentro das ténicas exigidas nos jornais, ou então dar um microfone e um texto para que elas decorassem em pouco tempo e gravassem da forma correta. Não é fácil nem simples. E para essas pessoas que ainda não se deram conta disso, eu faço questão de enfatizar para que antes de qualquer crítica, elas se coloquem no lugar ou então comparem com as suas profissões. Eu nunca vou admitir que alguém chega e fale que não é necessário um diploma no jornalismo. E se alguém quiser criticar que venha com justificativas coerentes - se é que elas existem. Eu sou capaz de aceitar críticas quando elas fazem sentindo e, ainda sou capaz, de concordar com elas. Mas não venham com essa mesmice que leigos e amadores falam todo santo dia. Besteiras e pré-conceitos ridículos que nem sequer fazem jus ao que é dito. Termino o meu texto assim e gostaria de respostas daqueles que não concordam com as minhas palavras.

Um comentário:

  1. Qualquer profissão precisa de embasamento teórico e prático.

    Jornalistas tem de ter diploma, pois na falta de um a credibilidade de toda mídia pode estar comprometida. E isso, só àqueles que vivem da política corrupta interessa.

    =]

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